TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE DOR

Dor é uma sensação que surge quando há ameaça de dano aos tecidos. Senti-la é fundamental para manter a integridade do organismo.

“Dor é o que o indivíduo que a sente diz ser e existe quando o indivíduo que a sente diz existir ( McCaffrey)”, ou seja, a dor é subjetiva e pessoal.

Segundo a Associação Internacional de estudos da Dor (IASP) “Dor é uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada a uma lesão tecidual real ou potencial ou descrita em termos de tais lesões.”

A percepção da dor é caracterizada por uma experiência multidimensional que envolve as dimensões neurofisiológicas, comportamentais, afetivas, comportamentais, emocionais, culturais, sociais e religiosas.

 

Uma equipe multidisciplinar reúne vários especialistas como médicos, clinico de dor, ortopedista, neurocirurgião, cardiologista,neurologista, reumatologista, médico acupunturologista, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionista , que trabalham juntos para alcançar um objetivo comum.

O modelo biopsicossocial vai trazer uma abordagem diferenciada contemplando a dor como uma interação dinâmica entre os aspectos físicos, psíquicos, e social possibilitando tratamentos com metas mais realistas, promove uma participação mais ativa do paciente e uma participação entre todos envolvidos no processo.

“ Essa participação todos os profissionais que tratam o paciente e a interação entre eles, permite estabelecer metas de tratamento e a qualquer momento reavaliá-las.Tem sido demonstrado que o manejo interdisciplinar da dor, que enfatiza a restauração funcional produz os melhores resultados no controle da dor em pacientes de dor crônica.”

 

Não. A dor por ser subjetiva e pessoal vai ser vivida e percebida por cada pessoa de maneiras distintas mesmo que o diagnóstico seja o mesmo. A dor irá manifestar -se de maneira diferente em cada organismo levando a repercussões distintas no que se refere a alterações físicas no sistema neuromusculoesquelético, na maneira como cada pessoa tolera a dor, as experiência prévias da dor e suas repercussões no afeto e na emoção.

Por ser multifatorial é que se faz necessário abordar estes pacientes de maneira individualizada, contemplando os aspectos físicos, emocionais, sociais, suas crenças, seus medos inseridos no contexto ambiental, ou seja, no contexto de sua vida.

O tratamento deve também contemplar os aspectos cognitivos e comportamentais.

O objetivo do tratamento é a melhora da qualidade de vida e a reintegração biopsicossocial dos doentes. O tratamento da dor deve priorizar, quando possível, a eliminação dos fatores causais e perpetuantes da dor.

 

O processo de avaliação é contínuo e envolve uma avaliação detalhada sobre vários aspectos do indivíduo, físicos e psíquicos.

A avaliação envolve fatores subjetivos e fatores objetivos.

A dor é avaliada ou mensurada através do relato de cada pessoa, ou seja, a partir da experiência dolorosa de cada um. Como ferramenta podemos utilizar questionários e inventários para quantificar e qualificar a dor em suas dimensões.

Realizamos uma minuciosa avaliação física através dos exames físicos como também lançamos mão de exames de imagem, exames complementares, exames laboratoriais.

 

  • irritação, ansiedade, tristeza;
  • dificuldade de concentração;
  • diminuição da produtividade no trabalho;
  • insônia, dificuldades para dormir ou interrupções no sono;
  • acordar se sentindo cansado, sem ânimo para nada;
  • levar uma vida com pouca ou nenhuma atividade de lazer;
  • redução do desejo sexual.

 

A dor aguda é interpretada como ameaça à integridade. É um sintoma de alerta, que apresenta fisiologia bem estabelecida. Pode gerar atitudes de fuga, proteção, busca de apoio, medo e ansiedade.

A dor aguda pode estar relacionada a causas traumáticas, processos inflamatórios, infecciosos ou a pós cirúrgicos e a uma doença crônica. Seu controle é, geralmente, possível após a eliminação do agente causal. Não deve ultrapassar 3 meses e geralmente a dor cessa após a eliminação do agente causal. Quando a dor aguda é persistente altera o funcionamento do Sistema nervoso e pode ser responsável pela cronicidade dos sintomas.

Dor crônica é aquela que persiste além do prazo previsto para a cura da lesão ou que está associada às afecções crônicas. Perde função de alerta da preservação e, quando não controlada, pode gerar ansiedade, depressão, choro e comportamentos disfuncionais que dificultam a reabilitação levando o indivíduo a importante incapacidade e perda da qualidade de vida. Mais que um sintoma, a dor crônica torna-se a doença e o seu controle é o objetivo primordial do tratamento.

 

Ao primeiro sinal de dor. A dor é um sinal de alerta de que algo não vai bem com o nosso organismo.

Quando deixamos de lado este aviso – que é a dor – não procuramos ajuda e usamos de forma recreativa e as vezes abusiva algumas medicações estamos deixando de identificar o problema real propiciando a perpetuação da dor e disfunção, ou seja, tornando o quadro crônico.

A partir daí o sintoma DOR somado a uma série de outros fatores pode se tornar uma doença denominada DOR CRÔNICA.

Então, quando retardamos a busca a um especialista e de tratamento adequado quando estamos com dor, por exemplo, dor lombar, dor nas costas, dor nas pernas, dor de cabeça ou qualquer outro tipo de dor estaremos agravando o problema e dificultando seu controle e alívio.

“ Quanto maior for o tempo de dor maior serão as alterações encontradas e maior será o risco de cronificação.” E a cronificação da dor gera um quadro importante de sofrimento, incapacidade funcional física e psíquica e perda da qualidade de vida.

 

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