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Psicologia

Além de sensorial, a dor é também uma experiência emocional e, por isso, a percepção do problema traz como resultado emoções desagradáveis. A forma como a pessoa sente e reage à dor influencia diretamente no nível e intensidade física do problema. Por este motivo, é fundamental que o paciente que passa pelo tratamento de dor tenha, também, acompanhamento psicológico.

É comum a alguns pacientes de dor a diminuição da autoestima e alterações de comportamento, bem como irritabilidade, ansiedade, sentimentos de medo e até mesmo quadros de depressão, desencadeados por conta do sofrimento físico e do caráter incapacitante da dor. No CMD, a psicologia atua de forma integrada a outras especialidades e utiliza uma abordagem cognitivo-afetiva e emocional, com o objetivo de fazer o paciente lidar melhor com as emoções e, consequentemente, com a dor e seus impactos físicos, para que tenha uma maior qualidade de vida.

Durante o tratamento são investigados fatores que possam interferir na experiência subjetiva da dor como: aprendizagem e experiências da infância, cultura, ambiente familiar e social, queixa atual (como apareceu a dor e qual seu significado), estrutura da personalidade, imagem corporal (que percepção tem de si mesmo) e sistema de crenças. Para isso, como intervenções psicológicas são usadas a Hipnose contando com técnicas respiratórias e de relaxamento, Arteterapia e Terapia comportamental Cognitiva.